domingo, 15 de janeiro de 2012

NAFTA

Nafta
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Desempregados poderão acumular até metade do subsídio com um salário


Proposta do Governo será discutida amanhã com os parceiros sociais.

        O Governo admite que os desempregados possam acumular uma parte do subsídio de desemprego com um salário, num período máximo de um ano para acelerar o regresso ao mercado de trabalho. 
        De acordo com a proposta do Executivo que será discutida na segunda-feira com os parceiros sociais, a que a Lusa teve acesso, "os desempregados que aceitem uma oferta de trabalho cuja remuneração seja inferior à da sua prestação de subsídio de desemprego" terão direito a "50% do subsídio de desemprego durante os primeiros seis meses (...) ou a 25% do subsídio de desemprego durante os seis meses seguintes".
     Ou seja, esta medida poderá contrariar a tendência de muitos desempregados rejeitarem ofertas de emprego cujos salários são inferiores à prestação mensal do subsídio de desemprego.
      "O Governo e os parceiros sociais propõem-se criar uma medida que conjugue a atribuição do subsídio de desemprego com a aceitação de ofertas de trabalho a tempo completo por parte dos beneficiários, contribuindo para um mais célere regresso ao mercado de trabalho", refere o documento.
      Acrescenta ainda que "a duração máxima da medida de acumulação é de 12 meses" e que "o trabalho prestado ao abrigo desta medida não prejudica a possibilidade de o beneficiário retomar a prestação de subsídio de desemprego, caso o contrato de trabalho cesse, sendo o período de tempo de trabalho prestado com acumulação descontado no prazo geral de concessão do subsídio de desemprego".

domingo, 8 de janeiro de 2012

GATT e OMC

Aqui têm uma pequena abordagem sobre o GATT e a OMC

2012 será o "ano de viragem económica para o país"

O primeiro-ministro assegura que os sacrifícios "não serão em vão"


                "Vamos ter um ano de grandes exigências, mas que será também um ano de viragem económica para o país, é aquilo em que o Governo e também eu próprio firmemente acreditamos", afirmou hoje Pedro Passos Coelho, no Parlamento, no discurso de abertura do debate quinzenal, o primeiro do ano.
                 O primeiro-ministro acredita que o ano que agora teve início será um ano de viragem, durante o qual o país mostrará que cumpre as suas obrigações. Será também o ano em que se mostrará aos portugueses que "os seus sacrifícios não serão em vão" e têm como consequência "restaurar a credibilidade e a confiança externa do país e ao mesmo tempo lançar as condições saudáveis para o crescimento no futuro".
                Passos Coelho sublinhou que essa viragem só será possível medianet a execução do Orçamento e da manutenção da vontade de levar até ao fim as reformas estruturais que são necessárias. O primeiro-ministro aproveitou para apelar à responsabilidade do Parlamento no acompanhamento e, em alguns casos, na aprovação dessas mesmas reformas estruturais.



quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Ciclos Económicos

Aqui têm o nosso power point, que foi utilizado na apresentação do nosso trabalho de grupo, com o tema: "Ciclos Económicos"